Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, Janeiro a Setembro de 2020

1 - BALANÇA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

De janeiro a setembro de 2020, as exportações do Estado de São Paulo1 somaram US$30,34 bilhões (19,4% do total nacional), e as importações2 US$37,83 bilhões (33,1% do total nacional), registrando deficit comercial de US$7,49 bilhões (Figura 1). Em relação ao mesmo período de 2019, houve queda nas exportações (-17,0%) e nas importações 
(-15,8%); essa conjunção de desempenhos resultou em menor deficit (-10,5%) na balança paulista nos nove primeiros meses de 2020.

 

Ao se analisar o comportamento mensal em setembro/2020, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$3,62 bilhões e as importações US$4,12 bilhões, registrando um deficit de US$500 milhões (Tabela 1). Na comparação com setembro de 2019, o valor das exportações paulistas teve queda de 11,5%, e o valor das importações caíram 17,4%.

 

 

Observa-se na tabela 1 que as exportações mensais de 2020 registraram variações negativas em relação aos meses de 2019, principalmente nos meses de abril (-35,8%) e maio (-28,1%). O principal motivo dessa expressiva queda no acumulado de 2020 é a pandemia da covid-19, afetando as exportações de algumas das principais mercadorias da indústria extrativista e de transformação, como os óleos brutos de petróleo, aviões peso superior 15 toneladas, automóveis, querosenes de aviação, gasolina e óleo combustível, entre outros.

 

1.1 - Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial do agronegócio, o resultado dos nove primeiros meses de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior, indica que o agronegócio3 paulista apresentou aumento nas exportações (+11,3%), alcançando US$12,65 bilhões, e queda nas importações (-13,1%), totalizando US$3,04 bilhões; com estes resultados, obteve-se superavit de US$9,61 bilhões (+22,1%), quando comparado ao mesmo período de 2019 (Figura 1).

A participação das exportações do agronegócio paulista no total do estado é de 41,7%, enquanto a participação das importações setoriais é de 8,0% (Figura 1).

 

Há que se destacar que as exportações paulistas nos demais setores da economia - exclusive o agronegócio - somaram US$17,69 bilhões, e as importações US$34,79 bilhões, gerando um deficit externo desse agregado de US$17,10 bilhões. Dessa forma, conclui-se que o deficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujo saldo se manteve positivo (US$9,61 bilhões).

A tabela 2 apresenta os resultados mensais da balança comercial do agronegócio paulista. Analisando o comportamento de setembro de 2020, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$1,44 bilhão, e as importações US$0,29 bilhão, registrando superavit de US$1,15 bilhão.

 

 

1.2 - Exportações do Agronegócio Paulista por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista, de janeiro a setembro de 2020, foram: complexo sucroalcooleiro (US$4,32 bilhões sendo que desse total o açúcar representou 85,0% e o álcool 15,0%), seguido do grupo de complexo de soja (US$1,87 bilhão), do setor de carnes (US$1,67 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 86,3%), dos produtos florestais (US$1,15 bilhão, com participações de 49,7% de papel e 38,0% de celulose) e dos sucos (US$989,87 milhões, dos quais 96,8% referentes a sucos de laranja). Esses cinco agregados representaram 79,0% das vendas externas setoriais paulista (Tabela 3).



Ainda de acordo com a tabela 3, na comparação com os nove primeiros meses de 2019, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista, com aumentos para os grupos do complexo sucroalcooleiro (+43,2%), complexo soja (+25,8%) e de carnes (+8,7%); e quedas para produtos florestais (-12,5%) e sucos (-21,9%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas pela composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.

 

1.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Paulista

Os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio paulista nos nove primeiros meses de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019 são apresentados na tabela 4.

Desses grupos relevantes, o sucroalcooleiro é o que apresenta a maior participação (34,1%) nas exportações paulistas. No total, o grupo cresceu 43,2% em valores e 55,6% em volumes exportados, devido ao bom desempenho das vendas externas do açúcar (57,5% em valores e 61,4% em volume). Para o álcool, os embarques apresentaram aumento de 10,5% em volume e queda de -5,7% em valores, quando comparados com o mesmo período de 2019.

O grupo composto pelo complexo soja apresenta-se em segunda posição, com alta nos embarques (25,8%) e em valores (27,9%). A soja em grão apresentou as maiores variações de valores e volumes (34,5% e 38,7%, respectivamente).

O grupo de carnes tem a terceira posição na pauta do estado, apresentando avanço em valores (8,7%) e volume (7,6%) em relação aos primeiros nove meses de 2019. A carne bovina foi o produto de maior contribuição no grupo, com crescimentos de 12,6% em valores e de 10,7% em volume exportados. O desempenho da carne de frango foi de retração em valores (-10,6%) e crescimento (3,4%) em volumes. A carne suína apresentou aumentos expressivos de 91,9% em valores e de 91,0% na quantidade embarcada.

Os produtos florestais apresentaram menor desempenho entre janeiro e setembro de 2020, com queda de -12,5% em valores em relação ao ano anterior. O produto papel, principal item do grupo na pauta paulista, obteve variação negativa quanto aos valores 
(-24,7%) e ao volume (-13,1%). As exportações dos produtos de celulose apresentaram aumento tanto nos valores (2,3%) como em volume (47,5%).

O suco de laranja (FCOJ concentrado) exibiu queda de 14,6% no valor e aumento de 9,5% em volume exportado. Já para o suco NFC (não congelado), as vendas externas recuaram em valores (-28,0%) e em volume (-23,6%). A variação total das exportações do grupo de sucos foi de -21,9% em valores na comparação com os nove primeiros meses de 2019.

Para o grupo do café, os resultados apontaram variações negativas de -2,8% nos valores das exportações paulista. O principal produto desse grupo é o café verde, que apresentou aumento de 1,8% em valores e queda de -3,3% em quantidades exportadas pelo estado, enquanto o café solúvel, apesar da queda de -14,3% em valores, mostrou aumento de 3,5% em volume comercializado.

 

 

 

1.4 - Destinos das Exportações do Agronegócio Paulista

Em relação aos destinos das exportações do agronegócio paulista no ano de 2020, a China (US$3,14 bilhões, 24,8% de participação e variação positiva de 39,7% em relação ao valor do mesmo período de 2019) é o principal destino das exportações de São Paulo, seguida da União Europeia (US$1,94 bilhão, 15,4% de participação) e dos Estados Unidos (US$1,14 bilhão, participação de 9,0%). Na sequência, completando os dez principais destinos, aparecem Indonésia (2,7%), Coréia do Sul (2,7%), Bangladesh (2,6%), Índia (2,4%), Arábia Saudita (2,3%), Argélia (2,1%) e Nigéria (1,8%). A tabela 5 apresenta os 20 principais destinos das exportações paulistas nos nove primeiros meses de 2020 que, somados, representam 79,4% do total, e as respectivas pautas (em porcentagem) por grupos de produtos.  

 

 

Ainda de acordo com a tabela 5, observa-se uma diferenciação na composição das pautas dos principais parceiros comerciais do agronegócio paulista. A China importa principalmente produtos do complexo soja (41,5%) e carnes (26,1%), enquanto a União Europeia tem entre os principais produtos da pauta de importações paulista os produtos do grupo de sucos (33,5%, basicamente suco de laranja), produtos florestais (10,9%) e complexo soja (10,1%). Já os Estados Unidos apresentam pauta bastante diversificada, composta principalmente pelos grupos de complexo sucroalcooleiro (24,6%), carnes (16,9%), sucos (14,3%) e produtos florestais (10,9%). Na sequência dos dez principais destinos, os demais países têm elevada concentração de suas importações no complexo sucroalcooleiro.

 

2 - BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL

A balança comercial brasileira registrou superavit de US$42,19 bilhões no período de janeiro a setembro de 2020, com exportações de US$156,52 bilhões e importações de US$114,33 bilhões. Esse resultado indica aumento de 17,3% no superavit comercial na comparação ao mesmo período de 2019, devido ao menor recuo das exportações (-7,7%) em relação as importações (-14,4%) (Figura 2).

 

A tabela 6 apresenta o comportamento mensal, indicando que em setembro de 2020 as exportações brasileiras somaram US$18,46 bilhões, e as importações US$12,30 bilhões, apresentando superavit de US$6,16 bilhões. Na comparação com setembro de 2019, o valor das exportações recuou 9,1%, e nas importações a queda foi de -25,5% (Tabela 6), resultado impactado pelos efeitos econômicos causados pelo coronavírus.

 

 

2.1 - Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial, as exportações do agronegócio brasileiro nos nove primeiros meses de 2020 (Figura 2) apresentaram alta (7,5%) em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$77,89 bilhões (49,8% do total nacional). Já as importações recuaram 10,7% no período, registrando US$9,18 bilhões (8,0% do total nacional).

superavit do agronegócio foi de US$68,71 bilhões no período, sendo 10,5% superior na comparação entre janeiro e setembro de 2019 (Figura 2).

Nota-se, nos últimos meses, um aumento da participação do agronegócio no total de exportações brasileiras, em decorrência dos efeitos do coronavírus sobre os demais setores da economia, sendo que a participação das exportações do agronegócio no total nacional aumentou 7,1 pontos percentuais, e a das importações aumentou 0,3 p.p. no período analisado (Figura 2).

Portanto, o comércio exterior brasileiro só não foi deficitário devido ao desempenho do agronegócio, uma vez que os demais setores da economia, com exportações de US$78,63 bilhões e importações de US$105,15 bilhões, produziram um deficit de US$26,52 bilhões nos nove primeiros meses de 2020.

A tabela 7 mostra os resultados mensais da balança comercial do agronegócio nacional. Em setembro de 2020, as exportações somaram US$8,56 bilhões e as importações US$1,05 bilhão, registrando superavit de US$7,51 bilhões. Na comparação com setembro de 2019, o valor do saldo da balança comercial mensal cresceu 5,5%, com acréscimos de 4,8% nas exportações e estabilidade nas importações.

 

 

2.2 - Exportações do Agronegócio Brasileiro por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro nos nove primeiros meses de 2020 foram: complexo soja (US$ 32,35 bilhões), carnes (US$ 12,64 bilhões, com a carne bovina representando 48,3% desse total e as carnes de frango 36,0% e suína 13,2%), produtos florestais (US$ 8,43 bilhões, com participações de 53,4% de celulose e 30,7% de madeira), complexo sucroalcooleiro (US$ 6,76 bilhões, dos quais 88,3% de açúcar), e o grupo de cereais, farinhas e preparações (US$ 4,09 bilhões, sendo 80,2% do milho em grão e 10,5% de arroz). Esses cinco grupos agregados representaram 82,5% das vendas externas setoriais brasileiras (Tabela 8).

 

 

 

Ainda conforme a tabela 8, na comparação com os nove primeiros meses de 2019, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos do agronegócio brasileiro, com destaque para os grupos de complexo soja (+23,3%), carnes (+6,9%), produtos florestais (-17,2 %), complexo sucroalcooleiro (+53,8%) e do grupo de cereais, farinhas e preparações (-24,3%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas pela composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.

 

 

2.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Brasileiro

A tabela 9 apresenta os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio brasileiro e suas respectivas variações no período de janeiro a setembro de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019.

Desses grupos relevantes, o complexo soja é o que apresenta a maior participação (41,5%) nas exportações brasileiras, com alta de 23,3% em valores e de 26,1% em volumes exportados em 2020. A soja em grão, principal produto do grupo, exibiu aumentos de 27,8% e 30,3% em valores e quantidades exportadas, respectivamente. A China representa 61,6% das compras desse grupo, seguida pela União Europeia (15,7%) e Tailândia (4,5%); os demais países importadores somam 18,2%.

O grupo de carnes, que tem a segunda posição na pauta brasileira, apresentou avanço de 6,9% em valores e 6,8% em volume em relação aos primeiros nove meses de 2019. A carne bovina contribuiu nesse resultado com crescimento de 19,8% em valores e 11,0% em volume exportados. A carne suína mostra-se com resultados positivos (50,1% e 41,4%), e a de frango com perdas em valores (-13,5%) e em volume (-0,5%). Nesse grupo, a China se destacou como principal destino e representou 37,3% das compras de carnes, provocados pela maior demanda de proteína animal, sofrendo ainda com a redução do plantel de suínos. Na sequência aparecem Hong Kong (11,3%), União Europeia (6,6%), Arábia Saudita (4,9%) e Japão (4,4%), Emirados Árabes Unidos (3,6%) e Egito (3,2%), enquanto os demais países somam 28,7% de participação.

No grupo produtos florestais, todos os subgrupos de produtos apresentaram variações negativas nos valores exportados, com variação negativa de 17,2% no valor total do grupo, embora tenha apresentado um aumento de 4,7% no volume exportado. Os principais países importadores desse grupo são China (27,8% de participação), Estados Unidos (23,7%) e União Europeia (19,2%); os demais importadores somam 29,3% de participação.

Para o grupo sucroalcooleiro, os resultados foram positivos, com crescimento expressivo em valores e quantidades embarcadas (53,8% e 64,7%, respectivamente). O açúcar puxou o bom desempenho do grupo, apresentando aumentos para valores (63,2%) e volumes (68,2%) no período analisado. O destino das exportações desse grupo é bem diversificado, apresentando como principais compradores China (10,6%), Argélia (7,3%), Bangladesh (7,2%), Estados Unidos (7,1%), Indonésia (5,6%), Índia (4,9%), Nigéria (4,6%), Arábia Saudita (4,5%) e Marrocos (4,3%), enquanto os demais países somam 43,9% de participação.

O grupo de cereais, farinhas e preparações apresenta desempenho negativo em valores (-24,3%) e em quantidades (-26,1%). Os principais países compradores desse grupo são a União Europeia (14,2%), Irã (9,4%), Vietnã (7,8%), Taiwan (7,7%), Japão (6,6%), Egito (6,2%), Coreia do Sul (5,9%) e Venezuela (5,3%); os demais importadores somam 36,9% de participação.

O grupo do café apresenta desempenho negativo em valores (-0,3%) e em quantidades (-1,5%), sendo o café verde o principal produto com variações de 0,8% em valores e de -1,5% em quantidades exportadas pelo país, devido às incertezas do mercado internacional por conta das ações governamentais vinculadas ao combate da pandemia que pressionaram as cotações e diminuição das quantidades enviadas ao exterior. Quanto às participações dos países destinos das exportações em valores, a União Europeia representa 48,3% desse grupo, Estados Unidos com 18,9%, Japão 5,9%, Rússia 3,2% e Turquia 2,8%; os demais países importadores somam 20,9% de participação.

 

2.4 - Destinos das Exportações do Agronegócio Brasileiro

Em relação aos destinos das exportações do agronegócio brasileiro em 2020, a liderança permanece com a China (US$28,66 bilhões, 36,8% de participação e 24,9% de crescimento no período), seguida pela União Europeia (US$12,62 bilhões, 16,2% de participação), Estados Unidos (US$4,90 bilhões, 6,3% de participação), Japão (US$1,75 bilhão, 2,2%) e Coreia do Sul (US$1,62 bilhão, 2,1%). A tabela 10 apresenta os 20 principais destinos das exportações que somados representam 84,8% do total, e as respectivas pautas (em porcentagem) por grupos de produtos.

 

Ainda de acordo com a tabela 10, observa-se uma diferenciação na composição das pautas dos principais países. A China importa principalmente produtos do complexo soja (69,5%) e carnes (16,4%). Já a União Europeia possui pauta mais diversificada, com destaque para o complexo soja (40,3%), café (14,6%), produtos florestais (12,8%) e demais produtos (19,2%, dos quais 5,0% é do grupo de sucos). Os Estados Unidos têm como principal produto na pauta os produtos florestais (40,8%), seguidos pelo café (14,7%). Na sequência, o Japão tem como principal grupo o de carnes (31,9%) e a Coreia do Sul concentra 39,2% de suas compras no complexo soja.

 

3 - PARTICIPAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO NO BRASIL

A participação paulista no total da balança comercial brasileira (todos os setores da economia) apresentou quedas de 2,2 pontos percentuais nas exportações, e de 0,5 p.p. nas importações nos nove primeiros meses de 2020, apontando valores de 19,4% nas exportações e de 33,1% de representatividade para as importações (Figura 3).

Para o agronegócio, as exportações setoriais de São Paulo nos nove primeiros meses de 2020 representaram 16,2% em relação ao agronegócio brasileiro, 0,5 p.p. superior ao registrado no mesmo período de 2019; já as importações tiveram queda (0,9 p.p.) passando de 34,0% para 33,1% (Figura 3).

 

 

 

1Estado produtor (unidade da Federação exportadora), para efeito de divulgação estatística de exportação, é a unidade da Federação onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente. Neste último caso, o estado produtor é aquele no qual foi completada a última fase do processo de fabricação para que o produto adote sua forma final.

 

2Estado importador (unidade da Federação importadora) é definido como a unidade da Federação do domicílio fiscal do importador.

 

3Os grupos de produtos dos agronegócios podem ser vistos na opção “Tabela de Agrupamentos” de MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Agrostat. Brasília: MAPA, 2020. Disponível em:  http://indicadores.agricultura.gov.br/agrostat/index.htm. Acesso em: out. 2020. 

 

Palavras-chave: agronegócio, balança comercial, exportações, importações, comércio exterior, grupo de produtos.

 

 

 

 

 

 

COMO CITAR ESTE ARTIGO

GHOBRIL, C. N.; ANGELO, J. A.; OLIVEIRA, M. D. M. Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, Janeiro a Setembro de 2020. Análises e Indicadores do Agronegócio, São Paulo, v. 15, n. 10, out. 2020. Disponível em: colocar o link do artigo. Acesso em: dd mmm. aaaa.

Data de Publicação: 30/10/2020

Autor(es): Carlos Nabil Ghobril Consulte outros textos deste autor
José Alberto Angelo (jose.angelo@sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor
Marli Dias Mascarenhas Oliveira (marlimascarenhas@sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor