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Revista de Economia Agrícola

Publica artigos, comunicações, resenhas de livros e teses, notas e comentários inéditos, em português, inglês ou espanhol, no campo geral da Economia Agrícola, com livre acesso e publicação em fluxo contínuo.

ISSN 1983-77471951–2026

1970

6 publicações

v. 17, n. 11

nov./dez. 1970 · 3 artigos

  1. Custo de formação, custo de produção e análise da renda da cultura de laranja, São Paulo, 1969/70Minoru Matsunaga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo sobre o custo de formação, o custo de produção e a renda da cultura da laranja em São Paulo em 1969/70. Destaca a expansão da citricultura no Estado, sobretudo em Bebedouro, Limeira e Araraquara, com grande aumento do número de pés em 1969 nas Divisões Regionais Agrícolas de Campinas e Ribeirão Preto, queda da produção naquele ano por condições climáticas desfavoráveis e forte crescimento da renda bruta. Define como objetivos determinar o custo de formação, o custo de produção e as rendas bruta e líquida, com base em dados de citricultores eficientes de Bebedouro e Araraquara e num pomar-modelo de 500 pés por alqueire, e descreve a metodologia de cálculo das despesas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 28), revisado pelo IEA.

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  2. Necessidade de reformulação da política brasileira de caféRubens Araujo Dias
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo de Rubens Araujo Dias que defende a reformulação da política cafeeira brasileira. Destaca o papel histórico do café no desenvolvimento do país, pela receita cambial e pela transferência de renda a outros setores, e alerta para os riscos de uma redução da produção que impedisse o Brasil de cumprir suas cotas no convênio internacional. Aponta que, nas safras recentes, a produção quase nunca cobriu o consumo interno e as exportações, levando os estoques do Instituto Brasileiro do Café a níveis perigosos, que os cafeicultores descapitalizados não vinham respondendo aos planos de renovação dos cafezais e que a constatação da ferrugem agravava a situação. Inicia a análise da situação mundial, marcada por produção superior ao consumo, acúmulo de estoques e defesa de preços pelo Brasil.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 20), revisado pelo IEA.

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  3. Pesquisas prioritárias em economia ruralRubens Araujo Dias
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Trabalho apresentado no 2º Simpósio Internacional de Administração de Pesquisa Agropecuária (Campinas, 1970). O autor argumenta que decisões mais acertadas dos agricultores, do sistema de comercialização e da política agrícola dependem de informações econômicas de qualidade, que só podem vir de mais e melhores pesquisas em economia rural. Aponta as limitações do estágio de então — poucos núcleos de pesquisa, em grande parte ligados à pós-graduação e à elaboração de teses, falta de visão de conjunto, qualificação insuficiente de parte dos técnicos e grandes diferenças regionais — e passa a discutir critérios para o estabelecimento de prioridades de pesquisa na área.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 8), revisado pelo IEA.

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v. 17, n. 9

set./out. 1970 · 1 artigo

  1. Projeções da oferta agrícola do Estado de São PauloNelson Kazaki Toyama, Rosa Maria Carmignani Pescarin
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo de Nelson Kazaki Toyama e Rosa Maria Carmignani Pescarin que projeta a oferta dos principais produtos da agricultura paulista até 1976 e identifica as variáveis que mais a afetam. Abrange dezoito produtos, entre culturas permanentes, anuais e produtos pecuários, como banana, laranja, algodão, arroz, feijão, milho, soja, leite, ovos, bovinos e suínos, excluindo o café pela maior complexidade de sua resposta aos preços. Contextualiza a transformação da agricultura diante da urbanização e antecipa que os agricultores reagem racionalmente aos estímulos de preço. Descreve o método: regressões múltiplas para produção e área plantada, tendo como variáveis explicativas produção ou área defasadas, preços deflacionados, preço de cultura alternativa, preços de insumos, salário mínimo, tendência e preço mínimo.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 96), revisado pelo IEA.

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v. 17, n. 7

jul./ago. 1970 · 2 artigos

  1. Análise da qualidade das informações dos preços médios recebidos pelos produtores de milho no Estado de São Paulo, 1969Paulo Varela Sendin, Maristela Simões do Carmo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo sobre a qualidade das informações usadas no cálculo dos preços médios recebidos pelos produtores de milho no Estado de São Paulo em 1969, como ponto de partida para uma rotina de controle de qualidade das estatísticas de preços do Instituto de Economia Agrícola. Relata a origem do levantamento, em 1948, as mudanças recentes nos métodos, na ponderação e na seleção de informantes, e a necessidade de refazer análise anterior, que perdera validade com a nova divisão do Estado em nove regiões agrícolas e se limitara a um único mês. Justifica a escolha do milho e propõe analisar a variância dos preços entre regiões e ao longo do ano, comparar coeficientes de variação e indicar o tamanho de amostra necessário para diferentes margens de erro, com revisão da literatura disponível.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 17), revisado pelo IEA.

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  2. Preços mínimos para a safra de 1970/71
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo com propostas de preços mínimos para a safra 1970/71 em São Paulo. Avalia o ano agrícola 1969/70 como bom, apesar das geadas sobre o café e dos problemas do algodão, com aumento de cerca de 10% na área plantada dos principais produtos, crescimento do volume e dos rendimentos na maioria das lavouras, alta real do valor da produção e maior uso de fertilizantes e outros insumos, atribuindo a recuperação à reação dos produtores a anos de frustração e a medidas governamentais de apoio. Defende a garantia de preços mínimos como instrumento de política agrícola e adota como critério manter em termos reais as bases anteriores, admitindo desvalorização da moeda de 18% até agosto de 1971.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 37), revisado pelo IEA.

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v. 17, n. 5

maio/jun. 1970 · 3 artigos

  1. Classificação e preço de ovos de granja no mercado de São PauloSergio Alberto Brandt, Paulo David Cricuolo, Fernando Romariz Duarte, Josué Leitão e Silva, Roberto de Azevedo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo sobre a classificação e o preço de ovos de granja no mercado de São Paulo, feito em cooperação entre o Instituto de Economia Agrícola e o Instituto de Economia Rural da Universidade Federal de Viçosa. A introdução mostra o forte crescimento da produção paulista de ovos entre 1948 e 1969, com flutuações do preço real ao produtor, e lembra estudo anterior que indicou demanda relativamente elástica. O objetivo é demonstrar que uma política de aumento da produção poderia ser acompanhada de elevação da qualidade, verificando se os diferenciais de preço entre classificações são estáveis no tempo e independem das variações sazonais da oferta, por meio de hipóteses testadas com um modelo linear de análise de variância.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 12), revisado pelo IEA.

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  2. Estimativa das despesas diretas de algumas hortaliças cultivadas no Vale do Paraíba, 1969/70Evaristo Marzabal Neves, Gerôncio do Amaral
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que estima as despesas diretas de algumas hortaliças cultivadas no Vale do Paraíba na safra 1969/70 (pimentão, vagem, pepino, abobrinha, couve-flor e repolho), comparando, para pimentão, vagem e pepino, a exploração em várzea e em terraço. Destaca a expansão da horticultura comercial e a posição do Vale, entre São Paulo e Rio de Janeiro. Com base em cadastro de 478 horticultores feito pelo Serviço do Vale do Paraíba em 1968, os dados foram levantados por entrevistas diretas, com 103 questionários aproveitados de 137, e servem para apresentar dias de serviço de homens, máquinas e equipamentos, material consumido por mil pés, distribuição percentual dos insumos e despesas diretas.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 30), revisado pelo IEA.

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  3. Despesas diretas de formação de café no sistema de plantio em livre crescimento e no sistema de plantio com recepas sistemáticasOscar J. Thomazini Ettori, Caio Takagaki Yamaguishi, Minoru Matsunaga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo de O. J. Thomazini Ettori, Caio Takagaki Yamaguishi e Minoru Matsunaga que atualiza as despesas diretas de formação de cafezal em dois sistemas: o tradicional, de plantio em livre crescimento, com espaçamento largo, e o de recepas sistemáticas, inovação ainda experimental, com mais covas por hectare e podas periódicas, que mostra maior produção inicial e quebra do ciclo bienal. Com base nas exigências de fatores levantadas em 1968 e nos preços de insumos de julho de 1969, estima as despesas para o ano agrícola 1969/70, considerando custos diários de máquinas, animais e mão de obra, e apresenta os resultados do ano de plantio no sistema em livre crescimento, com a variedade Mundo Novo, por mil covas e por hectare.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 16), revisado pelo IEA.

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v. 17, n. 3

mar./abr. 1970 · 1 artigo

  1. Análise dos custos de processos utilizados no corte, carregamento e transporte de cana-de-açúcarMaria Lucia D´Apice Páez
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Síntese de tese de mestrado em Economia Rural, aprovada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, que compara os custos dos processos de corte, carregamento e transporte da cana-de-açúcar e identifica os principais fatores associados a eles. A introdução destaca que a colheita tem a maior participação isolada no custo agrícola de produção da cana e descreve os processos de corte — manual, nas modalidades de cana enfeixada ou solta, na palha ou queimada, e mecânico, por colhedeiras, que não será analisado por sua limitada significação econômica — e de carregamento, manual ou mecânico, com carregadeiras montadas em tratores.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 58), revisado pelo IEA.

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v. 17, n. 1

jan./fev. 1970 · 3 artigos

  1. Custo de produção de café, safra 1969/70Oscar J. Thomazini Ettori, Caio Takagaki Yamaguishi, Minoru Matsunaga
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo que atualiza, para a safra 1969/70, o modelo de custo de produção de café de uma empresa com 50 mil covas, em quatro níveis de produtividade e dois sistemas de cultivo: o manual típico e o com capinas parcialmente mecanizadas por tração animal. Descreve o procedimento, com preços de insumos de julho de 1969, mão de obra baseada no salário mínimo, despesas diretas, indiretas e calculadas, como depreciação e juros sobre o capital circulante, além da remuneração da terra, do capital e do empresário. Apresenta os resultados do sistema manual, mostrando que as despesas por mil covas diminuem com a produtividade, enquanto o custo por saca aumenta nos níveis mais baixos.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 20), revisado pelo IEA.

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  2. Uma previsão para o padrão estacional dos preços de ovosMaria de Lourdes do Canto Arruda, Paulo David Cricuolo
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo de Maria de Lourdes do Canto Arruda e Paulo David Criscuolo sobre o padrão estacional dos preços de ovos recebidos pelos produtores no Estado de São Paulo. Contextualiza o desenvolvimento da avicultura de postura na década anterior, com novas linhagens, melhores rações e técnicas de manejo como a iluminação artificial, que tornaram a postura mais uniforme ao longo do ano. Revisa trabalhos anteriores sobre variação estacional de preços e abates de produtos agropecuários e ressalta a utilidade desse conhecimento para produtores, consumidores, comerciantes e política agrícola. Propõe uma análise dinâmica do padrão estacional no período 1954-68 e sua extrapolação para os anos seguintes, apresentando a série mensal de preços utilizada.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 22), revisado pelo IEA.

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  3. Situação dos produtos agropecuários e hortifrutícolas em relação ao I.C.M.Luiz Vicente Pellegrini Porto, Ismar Florencio Pereira
    Resumo (elaborado a partir do texto)

    Resumo elaborado a partir do textonão é dos autores

    Estudo sobre a situação dos produtos agropecuários e hortifrutícolas em relação ao Imposto de Circulação de Mercadorias em São Paulo, com base no regulamento do imposto e suas modificações. Explica o fato gerador, a saída de mercadorias de estabelecimento comercial, industrial ou produtor, e distingue os casos de não incidência, como remessas para armazéns e depósitos, dos de isenção. Relaciona as isenções: saídas de produtos agropecuários in natura do produtor para dentro do Estado, de hortifrutícolas, aves e ovos, pescados, remessas de produtores a suas cooperativas e entre cooperativas, e de insumos como adubos, defensivos, vacinas, sêmen, mudas e sementes certificadas, além das rações balanceadas. Inicia a lista dos produtos considerados in natura pelo regulamento.

    Não consta da publicação original: elaborado a partir do texto digitalizado (p. 1-3 de 22), revisado pelo IEA.

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